“O futuro será diversificado ou não haverá futuro, profetiza Vandana Shiva” [EcoAgência e Estágio Sítio dos Herdeiros]

Bom Dia,

Recomendo a seguinte  leitura: “O futuro será diversificado ou não haverá futuro, profetiza Vandana Shiva”

Ler na página da EcoAgência: clique aqui

Ler na página do Estágio Sítio dos Herdeiros: clique aqui

Abraços,
Sara

 

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Monoculturas da Mente (Cap.1), de Vandana Shiva (2003)

Boa Tarde,

Segue mais uma leitura que recomendo: Monoculturas da Mente, de Vandana Shiva (2003)

Para baixar: SHIVA_2003_MonoculturasDaMente_cap1

A autora aborda não só os monocultivos da agricultura e os impactos deles na agricultura, no meio ambiente, nas comunidades, mas, principalmente,  a perda dos saberes locais em detrimento de um saber dominante, excludente e que visa apenas ao lucro e à vantagem de poucos grupos, empresas e/ou governos. A autora se baseia em exemplos de sua terra natal, Índia, para reforçar seus pontos de vista, apresentando a resistência de vários povos na defesa de suas culturas e conhecimentos – muitos dos quais, milenares. O desaparecimento dessa sabedoria popular, segundo a autora, ocorre através de vários processos, começando pela negação de sua existência. Neste sentido, ela fala do uso do poder, muito através da violência, ao considerar o saber popular com um não saber (SSM, 2010).

 Abraços e boa leitura,
Sara

Livro do RAPOPORT, MARZOCCA & DRAUSAL (2009): MALEZAS COMESTIBLES DEL CONO SUR Y OTRAS PARTES DEL PLANETA

Boa Noite!

Segue mais uma publicação dos pesquisadores RAPOPORT, MARZOCCA & DRAUSAL, é o livro MALEZAS COMESTIBLES DEL CONO SUR Y OTRAS PARTES DEL PLANETA, de 2009.

Ainda estou me apropriando do livro, mas do que já conferi, recomendo muitíssimo!

Para baixar: RAPOPORT-MARZOCCA-DRAUSAL_2009_Malezas-comestibles-del-cono-sur-INTA

Bom Proveito!

Abraços,
Sara

Ora-pro-nobis (Pereskia aculeata – Cactaceae): mais uma reportagem

Achei mais uma reportagem sobre a ora-pro-nobis ou carne-de-pobre, a Pereskia aculeata Mill, da família botânica Cacataceae.

É um cactos comestível, com alto teor de proteínas, de forte potencial ornamental.

A reportagem é com o pequisador da EMBRAPA Hortaliças, Nuno Madeira, e foi publicada na página do Globo Rural.

“Onde se planta, nasce. Quando cresce, serve de proteção e alimento. Repleta de flores, ainda deixa o ambiente mais bonito. Por meio da hortaliça ora-pro-nóbis (Pereskia aculeata), a natureza oferece múltiplos benefícios ao ser humano, o que seria motivo suficiente para a escolha de seu nome popular. Mas, conta-se que assim foi batizada pelo costume de ser colhida no quintal de uma igreja, para ser preparada para o almoço, quando o padre iniciava a reza final da missa da manhã.” [continua]

Para ler essa reportagem: clique aqui

Outro post relacionado: Flores de ora-pro-nobis

Outra reportagem, sugerida por Olete Maia, no post das flores, com receita de pão com ora-pro-nobis

Abaixo, fotos minhas, tiradas em março e abril/2012, quando a ora-por-nobis estava em plena florada!

Abraços,
Sara

Embrapa quer resgatar cultivo de hortaliças não convencionais [Blog Estágio Sítio do Herdeiros]

Do blog Estágio Sítio do Herdeiros, Embrapa quer resgatar cultivo de hortaliças não convencionais

Parte do post:

“Taióba, maxixe, serralha, ora-pro-nóbis e araruta. Atualmente, essas hortaliças são pouco conhecidas e foram praticamente descartadas da cadeia produtiva. Mas elas já fizeram parte importante da dieta dos brasileiros, no passado. De acordo com o pesquisador Nuno Rodrigo Madeira, as hortaliças não convencionais têm distribuição limitada, restrita a determinadas localidades ou regiões. Ele explica que o uso dessas espécies perdeu espaço no mercado com a urbanização da sociedade brasileira e a padronização do consumo.” [ continua]

Leia na íntegra: clique aqui

Post relacionado: Manual e Cartilha sobre Hortaliças Não-Covencionais/ Tradicionais (EMBRAPA Hortaliças e MAPA, 2010)

Abraços,
Sara

Los bosques andino-patagónicos como fuentes de alimento (RAPOPORT & LADIO, 1999)

Olá,

Segue mais uma sugestão de artigo, sobre as plantas alimentícias espontâneas, yuyos, PANCs (Plantas Alimentícias Não-Convencinais), dos pesquisadores Eduardo Rapoport e Ana Ladio, da Universidad Nacional del Comahue, na Argentina.

“Los bosques andino-patagónicos como fuentes de alimento

RESUMEN
Se presenta información sobre la contribución potencial de los productos no maderables provenientes del bosque para la seguridad alimentaria de los países en desarrollo. Las comunidades naturales de plantas normalmente contienen 10% de especies vasculares nativas, las cuales pueden ser comestibles. Estas especies en hábitats disturbados pueden incrementarse a 20-30%. Si sólo las malezas son consideradas la relación puede alcanzar el 30-90%. Las frecuencias de individuos comestibles obtenidas del método “punta-zapato” en bosques suburbanos de Austrocedrus chilensis en Bariloche, Argentina, registradas a lo largo de transectas, varía del 15 al 66%. La probabilidad de encontrar al menos una planta comestible en muestras aleatorias de 0.25 m2 (calculadas de n = 317 muestras) es 0.675. Esta probabilidad, calculada por hectárea, se aproxima a 1.0. En el oeste de la Patagonia el número de malezas comestibles exóticas suma más de 90 especies. La biomasa comestible promedio aprovechable en lotes vacantes de Bariloche es de 1.253 ± 392.8 kg./ha (193 muestras de 1/4 m2). Se incluye una tabla conteniendo información cuantitativa sobre frecuencias de malezas comestibles, y una lista de más de 60 plantas alimenticias nativas de los bosques de la Patagonia.
Palabras claves: plantas comestibles, bosque templado, malezas comestibles, biomasa.

Para acessar:  clique aqui (Revista BOSQUE)

Abraços e Boa Leitura!
Sara

Prova de Introdução à Confeitaria: Rocambole à Brasileira

Rocambole à Brasileira

Pão-de-ló salgado: massa aerada = Prova de Introdução à Confeitaria (IFRS).

Com folhas de bertalha-coração, Anredera cordifolia (Ten.) Steenis, Basellaceae, espécie nativa.

Data da prova: 28/11/2011

Fotos: clique aqui

Manual e Cartilha sobre Hortaliças Não-Covencionais/ Tradicionais (EMBRAPA Hortaliças e MAPA, 2010)

Olá

Compartilho um material bem recente e bastante interessante, da EMBRAPA Hortaliças e do MAPA, de 2010, sobre Hortaliças Não-Convencionais/ Tradicionais.

Cartilha: refere-se projeto realizado em MG pela EMBRAPA Hortaliças e apresentaq receitas para promover o consumo: clique aqui para baixar

Manual: refere-se mais aos sistemas de produção: clique aqui para baixar

Agradeço ao pesquisador da EMBRAPA Hortaliças, Nuno R. Madeira!

Abraços e bom proveito!

Sitio del Dr. Eduardo Rapoport

Do site/sítio:

Eduardo Hugo Rapoport

Picture Ecólogo y Escultor (Curriculum Vitae resumido)

Licenciado en Biología y Doctor en Ciencias Naturales (Universidad Nacional de La Plata, 1953 y 1956).

Actualmente: Profesor Titular y Emérito, Universidad Nacional del Comahue, CRUB e Investigador Superior del CONICET (R). Ex – Director del Laboratorio Ecotono (Depto. Ecología, UNC), Bariloche, donde trabajan unos 30 investigadores, becarios y tesistas.

Ha trabajado, anteriormente, en las Universidades de La Plata (1953-1956), del Sur (Bahía Blanca, como director del Instituto de Edafología e Hidrología (1956-1966), de Venezuela (Instituto de Zoología Tropical, 1967-1971), Fundación Bariloche (1971-1978), Instituto de Ecología e Instituto Politécnico Nacional (México, D.F., 1978-1983) y como experto de UNESCO (1974).
Ha publicado más de 100 trabajos de investigación (ver lista adjunta) e igual número de artículos de divulgación y 5 libros (estos últimos en el CNRS de París, en México, Oxford y UNESCO) en temas de biología teórica, hidrobiología, edafología, entomología, biogeografía, ecología de las invasiones y de disturbios (cambio global), ecología urbana y plantas silvestres comestibles.

Pertenece al Comité Editorial de distintas revistas especializadas de Latinoamérica y Europa.

Ha sido Presidente de la Asociación Argentina de Ecología entre 1995 y 1997.

Para continuar a ler: clique aqui

Plantas Alimentícias – Espontâneas, Não-Convencionais, Tradicionais, Yoyos…

Segundo o Rapoport (1998), das cerca de 10.000 espécies de plantas conhecidas no mundo, de 20 a 30% são comestíveis.

Esta vai ser um espaço para troca de informações/conhecimentos/saberes sobre estas plantas, fontes de nutrientes, de baixo custo, fácil manejo, mas ainda pouco conhecidas pela população.  Plantas que podem auxiliar na manutenção e garantia à Soberania e Seguranças Alimentares dos mais variados povos e etnias.

Atualmente, há uma discussão sobre a forma mais correta de as nomear; na comunidade científica da UFRGS e meios afins, são bastante conhecidas como ‘PANCs” – Plantas Alimentícias Não-Convencionais, nome esse devido à tese de doutorado do Professor Valdely Kinupp (2007).

Para outros pesquisadores, seria mais correto as chamar de Plantas Espontâneas, Plantas Tradicionais, ou outros nomes que mantivessem uma proximidade com essas espécies, de forma que os/as agricultores/as e os/as demais consumidores/as possam se apropriar desse conhecimento e fazer uso dessas plantas em sua alimentação.

Ao longo, outras opiniões e suas respectivas explicações serão postadas aqui, de forma a dar continuidade a esse e a outros debates.

Abraços,
SSM