Nova Cartilha das PANCs: GVC-UFRGS!

Bom Dia!

Material Novo sobre as PANCs (Plantas Alimentícias Não-Convencionais) do Rio Grande do Sul bem legal, do Grupo Viveiros Comunitários, UFRGS, pessoal da Biologia entre outros amantes e pesquisadores dos temas afins.

Página do Grupo no Facebook: clique aqui

Parabéns pro pessoal: Marília Elisa Becker Kelen, Iana Scopel Van Nouhuys, Lia Christina Kirchheim Kehl, Paulo Brack e Débora Balzan da Silva (Organizadores), orientados pelo Prof.Dr.Paulo Brack, um grande multiplicador, defensor e pesquisador das PANCs!

cartilha-Pancs Para baixar: Cartilha-PANCs_GVC_2015

Boa Leitura, Boas Plantações, Boas Comidinhas e Bom Uso!

😀

Abraços,
Sara

Livro das PANCS!!! Do Kinupp e do Lorenzi :D :D :D

Bom Dia, Pessoal!

Saiu o livro das PANCS!!! “Plantas Alimentícias Não-Convencionais (PANC) no Brasil. Guia de indentificação, aspectos nutricionais e receitas ilustradas”, do Valdely Kinupp e do Harry Lorenzi (2014), Ed.Plantarum.

O meu exemplar chegou semana passada! 😀 😀 😀

O livro é lindo, as fotografias são de boa qualidade, é capa dura, tem 768 páginas de muiitas plantas, com a parte botânica, usos e receitas. Recomento muiito comprarem e divulgarem! É a riqueza do nosso país (e planeta), a AgroBiodiversidade esperando para ser (re)descoberta, valorizada, respeitada!

A imagem do livro tirei do site da Ed. Plantarum (clique aqui) e do Valdely com o livro, roubei do Blog Come-se (clique aqui).

Agora fica mais fácil sair pela rua identificando os matinhos que surgem no caminho.

Abraços e bom proveito!
Sara

Cogumelos Comestíveis da Mata Atlântica – Palestra em SP: Marina Capelari, Jorge Ferreira e Alex Atala

Bom Dia!

Este é um tema que me interessa bastante, apesar de eu não ser uma amante dos cogumelos – estou aprendendo a comer alguns tipos, pois me incomodo com a textura e ainda sou bem ignorante no assunto, admito, hehe.

Na página do El Cocinero Loko vi hoje este post que segue abaixo, de um bate papo sobre cogumelos comestíveis da Mata Atlântica.

O que é: Bate papo sobre cogumelos comestíveis da Mata Atlântica

Data: 14/04 (segunda-feira)

Hora: das 10h as 12h

Local: Espaço Maní-Manioca (Rua Joaquim Antunes, 212), São Paulo-SP

Ingresso: Gratuito

 

cogumelos-comestiveis

Micologia
Bate-papo sobre cogumelos comestíveis da mata Atlântica. Como convidados teremos:

Marina Capelari, bióloga, especialista em micologia do Instituto de Botânica, iniciará o debate com apresentação do Reino Fungi, especificidades dos cogumelos comestíveis e a perspectiva na região;

Jorge Ferreira, botânico autodidata, trabalha em Paraty há muitos anos com agrofloresta e pesquisa sobre cogumelos na região, contará sua experiência com a vivência na Mata Atlântica;

Alex Atala, trará para o debate o relato sobre o trabalho que já desenvolve com cogumelos.

Nossa ideia é conhecer um pouco mais sobre esse campo tão pouco explorado no Brasil e, quem sabe, alguma perspectiva futura.

Será no dia 14/04, segunda-feira, das 10h às 12h, no Espaço Maní-Manioca (Rua Joaquim Antunes, 212).
O evento é gratuito. Pré-inscrição pelo email: centroculturaculinariac5@gmail.com
Vagas limitadas.

Abraços,
Sara

Pam Warhurst: Como podemos comer nossas paisagens?

Bom Dia,

Compartilho e recomendo um vídeo bem interessante, instrutivo e inspirador, que me foi repassado pela minha irmã Ana: “Pam Warhurst: Como podemos comer nossas paisagens?” Da página do TED.

“O que uma comunidade deve fazer com sua terra sem uso? Plantar comida, é claro. Com energia e humor, Pam Warhurst conta no TEDSalon a história de como ela e uma crescente equipe de voluntários se juntaram para transformar vários terrenos sem uso em jardins comunitários de vegetais, e assim mudar a narrativa sobre comida na sua comunidade” (TED).

“Fazemos porque queremos começar uma revolução. Tentamos responder uma pergunta simples: podemos achar uma língua unificadora, qualquer que seja a idade, a renda e a cultura, e que ajude as pessoas a acharem uma nova forma de viver, a ver espaços ao seu redor de forma diferente, a pensar nos recursos que usam de forma diferente, a interagir de outra maneira? Podemos achar tal linguagem? E, depois, podemos replicar tais ações? A resposta parece ser sim e a linguagem parece ser a COMIDA.”

Eles escolheram 3 PRATOS:

– um Comunitário, a forma como vivem o dia-a-dia;

– um Educacional, o que ensinam as crianças nas escolas e quais as novas habilidades que dividem; e

– um Comercial, o que fazem com o dinheiro que tem, que tipo de negócio vão apoiar.

Para assistir o vídeo (~13min.): clique aqui 

Página do projeto Incredible Edible Todmorden:  clique aqui

Página no Facebook do projeto Incredible Edible Todmorden:  clique aqui

Abraços,
Sara

Documentário “Agroflorestar, Semeando um mundo de amor, harmonia e fartura ” (2013)

Boa Noite!

Recomendo fortemente  o documentário “Agroflorestar, Semeando um mundo de amor, harmonia e fartura”

video-Agroflorestar-300x259

Publicado em 11/05/2013

“Agroflorestar, apresenta a fascinante trajetória dos agricultores de Barra do Turvo, no Vale do Ribeira. Originalmente trabalhando com a derruba e queima, suas terras já estavam desgastadas. O filme mostra como a introdução do sistema agroflorestal revolucionou a vida de mais de 100 famílias. Hoje quase 17 anos depois do inicio do Cooperafloresta, através do projeto Agroflorestar, as ideias de uma agricultura florestal sustentável chegaram ao MST, aonde em áreas degradadas pela monocultura, florestas de alimentos estão sendo plantadas. Como Seu Zaqueu disse no filme: “o MST tem a tecnologia de ajuntar gente, e a Coopera tema tecnologia de ajuntar plantas.” De forma positiva o filme demonstra como podemos ter uma alternativa sustentável para a agricultura, sem destruir o planeta.”

Para assistir: clique aqui

Abraços,
Sara

Artigo sobre a Dra.Ana Maria Primavesi, da Ilda Thereza Martini de Barros

Bom Dia, Pessoal!

Depois de tanto tempo sem publicar aqui no blog, o faço com um texto compartilhado pela Ilda Thereza Martini de Barros, sobre a Dra.Ana Maria Primavesi! Agradeço imensamente à Dona Ilda por compartilhar seu artigo aqui!

Sobre a autora:

lda Thereza Martini de Barros mora no estado de SP, é  professora, bibliotecária (não exerceu essa profissão, pois optou pelas artes plásticas e pelo magistério), jornalista e artista plástica. Lecionou desde o pré-primário até ao universitário. Fundou a faculdade de artes plásticas da PUCC de Campinas, onde lecionou durante 10 anos. Escreve crônicas semanais, atualmente no jornal da cidade de Holambra, publicou dois livros de crônicas. Além disso, também agricultora e tem um sítio em Holambra, há 50 anos. É apaixonada por flores e plantas.

 Fotos: do sítio dela em Holambra:

   

Artigo, publicado no Jornal de Holambra, 10/out/2012:

Abraços,
Sara

“O futuro será diversificado ou não haverá futuro, profetiza Vandana Shiva” [EcoAgência e Estágio Sítio dos Herdeiros]

Bom Dia,

Recomendo a seguinte  leitura: “O futuro será diversificado ou não haverá futuro, profetiza Vandana Shiva”

Ler na página da EcoAgência: clique aqui

Ler na página do Estágio Sítio dos Herdeiros: clique aqui

Abraços,
Sara

 

Ora-pro-nobis (Pereskia aculeata – Cactaceae): mais uma reportagem

Achei mais uma reportagem sobre a ora-pro-nobis ou carne-de-pobre, a Pereskia aculeata Mill, da família botânica Cacataceae.

É um cactos comestível, com alto teor de proteínas, de forte potencial ornamental.

A reportagem é com o pequisador da EMBRAPA Hortaliças, Nuno Madeira, e foi publicada na página do Globo Rural.

“Onde se planta, nasce. Quando cresce, serve de proteção e alimento. Repleta de flores, ainda deixa o ambiente mais bonito. Por meio da hortaliça ora-pro-nóbis (Pereskia aculeata), a natureza oferece múltiplos benefícios ao ser humano, o que seria motivo suficiente para a escolha de seu nome popular. Mas, conta-se que assim foi batizada pelo costume de ser colhida no quintal de uma igreja, para ser preparada para o almoço, quando o padre iniciava a reza final da missa da manhã.” [continua]

Para ler essa reportagem: clique aqui

Outro post relacionado: Flores de ora-pro-nobis

Outra reportagem, sugerida por Olete Maia, no post das flores, com receita de pão com ora-pro-nobis

Abaixo, fotos minhas, tiradas em março e abril/2012, quando a ora-por-nobis estava em plena florada!

Abraços,
Sara

ABRASCO lança primeira parte do dossiê que alerta sobre o impacto dos agrotóxicos na saúde dos brasileiros

Do site da ABRASCO (Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva):

A ABRASCO, através do seu grupo Diálogos e Convergências, coletivo composto por representantes de vários grupos temáticos da Associação, lançou ontem um dossiê sobre o impactos dos agrotóxicos na saúde dos brasileiros. O documento, lançado no Congresso Mundial de Alimentação e Nutrição em Saúde Pública (WNRio 2012), tem como objetivo sensibilizar, por meio de evidências científicas, as autoridades públicas nacionais e internacionais para a construção de políticas públicas que posam proteger e promover a saúde humana e dos ecossistemas impactados por esses produtos químicos.

Para ler na ítegra: clique aqui

Para baixar o Dossiê: clique aqui

Abraços,
Sara

Embrapa quer resgatar cultivo de hortaliças não convencionais [Blog Estágio Sítio do Herdeiros]

Do blog Estágio Sítio do Herdeiros, Embrapa quer resgatar cultivo de hortaliças não convencionais

Parte do post:

“Taióba, maxixe, serralha, ora-pro-nóbis e araruta. Atualmente, essas hortaliças são pouco conhecidas e foram praticamente descartadas da cadeia produtiva. Mas elas já fizeram parte importante da dieta dos brasileiros, no passado. De acordo com o pesquisador Nuno Rodrigo Madeira, as hortaliças não convencionais têm distribuição limitada, restrita a determinadas localidades ou regiões. Ele explica que o uso dessas espécies perdeu espaço no mercado com a urbanização da sociedade brasileira e a padronização do consumo.” [ continua]

Leia na íntegra: clique aqui

Post relacionado: Manual e Cartilha sobre Hortaliças Não-Covencionais/ Tradicionais (EMBRAPA Hortaliças e MAPA, 2010)

Abraços,
Sara