Cores e formas no bioma pampa: gramíneas ornamentais nativas (Embrapa, 2015)

Boa Tarde,

Divulgamos aqui mais uma publicação bem interessante que chegou até nós: Cores e formas no bioma pampa: gramíneas ornamentais nativas, de Marene Marchi e Rosa Lía Barbieri (editoras técnicas), Brasília, DF: Embrapa, 2015.

Para acessar: clique aqui

Bioma-Pampa

 
 
 
 
 
 
 
 
 
Abraços,
Sara
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Nova Cartilha das PANCs: GVC-UFRGS!

Bom Dia!

Material Novo sobre as PANCs (Plantas Alimentícias Não-Convencionais) do Rio Grande do Sul bem legal, do Grupo Viveiros Comunitários, UFRGS, pessoal da Biologia entre outros amantes e pesquisadores dos temas afins.

Página do Grupo no Facebook: clique aqui

Parabéns pro pessoal: Marília Elisa Becker Kelen, Iana Scopel Van Nouhuys, Lia Christina Kirchheim Kehl, Paulo Brack e Débora Balzan da Silva (Organizadores), orientados pelo Prof.Dr.Paulo Brack, um grande multiplicador, defensor e pesquisador das PANCs!

cartilha-Pancs Para baixar: Cartilha-PANCs_GVC_2015

Boa Leitura, Boas Plantações, Boas Comidinhas e Bom Uso!

😀

Abraços,
Sara

Produção Agroecológica no Sítio Capororoca (16/04/2013) – Programa Rio Grande Rural

Vídeo da Emater no Sítio Capororoca

Publicado em 16/04/2013

“A zona rural de Porto Alegre tem um núcleo forte de produção Agroecológica. Uma das propriedades rurais é o sítio Capororoca, que tem uma produção diversificada, e faz integração e troca de experiências com uma rede internacional de agricultura orgânica.”

Para ver: clique aqui

Abraços,
Sara

“Plantas ruderais: o mato que alimenta, protege e embeleza o ambiente” (PALEARI, 2012)

Boa Tarde,

Recomendo o Guia Alimentar “Plantas ruderais: o mato que alimenta, protege e embeleza o ambiente”  da bióloga Lucia M Paleari, professora do Instituto de Biociências (IB), Campus de Botucatu (Unesp).

A publicação é da Rede-SANS (Rede de Defesa e Promoção da Alimentação Saudável, Adequada e Solidária):

guia-alimentar-plantas-ruderais“Várias plantas que crescem em terrenos baldios ou em meio a lavouras são denominadas popularmente de mato ou plantas daninhas, no entanto, as espécies podem desempenhar papel importante à saúde e ao meio ambiente, segundo PALEARI (2012).

‘Em determinadas circunstâncias, essas plantas, cientificamente conhecidas por plantas ruderais, são a única proteção que certos solos possuem contar a erosão provocada por ventos e chuvas que carregam a camada fértil, rica em nutrientes que os recobre, para dentro dos rios e mares’, explica a bióloga.”

O Guia apresenta as características, os aspectos nutricionais, a culinária e as propriedades medicinais de 10 plantas ruderais e,  ao final, algumas receitas.

As plantas são:

caruru, beldroega, serralha, emilia, picão-roxo, picão-preto, picão-branco, quebra-pedra, taioba e ora-pro-nobis.

Para acessar o Guia “Plantas ruderais: o mato que alimenta, protege e embeleza o ambiente”: clique aqui

Abraços,
Sara

Oficina Biodiversidade Nativa com Vivência em PANCs: dias 23 e 24/março

Bom Dia, Pessoal!

Nos dias 23 e 24/março, a Claudine e eu daremos uma oficina no Sítio Pé na Terra:

Biodiversidade Nativa com Vivência em PANCs

2013_03_Oficina-PANCS-Claudine-SSM

A Oficina

Ocorrerá dias 23 e 24 de Março, no Sítio Pé na Terra.

A oficina terá uma abordagem teórico-prática sobre Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs)  e Frutíferas do RS.

O conteúdo será dividido em 4 momentos:

– Identificação em campo

– Dicas de propagação e manejo das plantas

– Potenciais e formas de uso na alimentação

– Parte prática: Elaboração de receitas  (pão, bolo, pizza, pastas, beijús, saladas e sucos)

 As Oficineiras

– Claudine de Abreu Corrêa:

Graduada em Biologia (UFRGS). Na graduação participou das ações de extensão Viveiro Bruno Irgang: Laboratório Vivo (2009e Biodiversidade aplicada a Agricultura Familiar (2010), ambas tratando do uso e conservação de espécies nativas e/ou espontâneas na região Sul. Participou das Comissões Organizadoras do I Encontro sobre Agrobiodiversidade e Sementes Crioulas (Santa Cruz do Sul, 2010) e do Seminário Técnico sobre Frutíferas Nativas do RS: manejo, beneficiamento e comercialização (Porto Alegre, 2010). Participou da Organização da “I Mostra Biodiversidade pela Boca: Frutas Nativas e PANCs” (PoA, 2012).

Integra a Ong InGá – Inst. Gaúcho de Estudos Ambientais desde 2009. Assumiu, em 2011,a vice-coordenação da Ong, onde é responsável pelo Projeto Pró-Frutas Nativas de Porto Alegre, viabilizado pelo Fundo Municipal do Meio Ambiente (SMAM/PMPA).

– Sara Stumpf Mitchell:

Graduanda em Biologia (UFRGS) e cursando o curso Técnico em Panificação e Confeitaria no Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS – POA).

Participou das Comissões Organizadoras do I Encontro sobre Agrobiodiversidade e Sementes Crioulas (Santa Cruz do Sul, 2010) e do Seminário Técnico sobre Frutíferas Nativas do RS: manejo, beneficiamento e comercialização (Porto Alegre, 2010). Participou da “I Mostra Biodiversidade pela Boca: Frutas Nativas e PANCs” (PoA, 2012), com pães a base de ora-pro-nobis (Peseskia spp.), bertalha-coração (Anredera Cordifolia  e de goiaba.

Trabalha com o uso de plantas alimentícias espontâneas na alimentação, com projetos de pesquisa, principalmente, com a espécie nativa bertalha-coração, Anredera Cordifolia (Ten.) Steenis, Basellaceae. Em 2012, desenvolveu o projeto: “Plantas Espontâneas Nativas com aplicação em Panificação e Confeitaria”; em 2011, desenvolveu uma massa de pizza à base desta espécie.

Inscrições:

 As inscrições podem ser feitas até o dia 20/março

Valor da Oficina: R$160,00

O valor do investimento inclui: alimentação ovolactovegetariana para todo o final de semana, acomodação em alojamento, cartilha com conteúdo do curso e certificado de participação.

Vagas limitadas!

Inscrições e informações: sitiopenaterra@gmail.com, (51) 3596 1103, facebook.com/sitiopenaterra e http://www.penaterra.com.br/

Participem!

Abraços,
Sara

Ora-pro-nobis (Pereskia aculeata – Cactaceae): mais uma reportagem

Achei mais uma reportagem sobre a ora-pro-nobis ou carne-de-pobre, a Pereskia aculeata Mill, da família botânica Cacataceae.

É um cactos comestível, com alto teor de proteínas, de forte potencial ornamental.

A reportagem é com o pequisador da EMBRAPA Hortaliças, Nuno Madeira, e foi publicada na página do Globo Rural.

“Onde se planta, nasce. Quando cresce, serve de proteção e alimento. Repleta de flores, ainda deixa o ambiente mais bonito. Por meio da hortaliça ora-pro-nóbis (Pereskia aculeata), a natureza oferece múltiplos benefícios ao ser humano, o que seria motivo suficiente para a escolha de seu nome popular. Mas, conta-se que assim foi batizada pelo costume de ser colhida no quintal de uma igreja, para ser preparada para o almoço, quando o padre iniciava a reza final da missa da manhã.” [continua]

Para ler essa reportagem: clique aqui

Outro post relacionado: Flores de ora-pro-nobis

Outra reportagem, sugerida por Olete Maia, no post das flores, com receita de pão com ora-pro-nobis

Abaixo, fotos minhas, tiradas em março e abril/2012, quando a ora-por-nobis estava em plena florada!

Abraços,
Sara

Flores da ora-pro-nobis, Pereskia cf. aculeata, Cactaceae

Fotos das flores de ora-pro-nobis, Pereskia cf. aculeata Mill, Cactaceae

Data das fotos: 24/03/2012

Link das fotos: clique aqui